3 práticas para desenvolver a habilidade socioafetiva na sua família





Você sabe porque é tão importante demonstrar valores aos nossos filhos e filhas desde pequenos? Porque é com valores que eles podem crescer e se tornar seres humanos saudáveis e nobres. Hoje, seguimos com nossas sugestões de boas práticas em família, com três sugestões sobre valores.

O que é a habilidade socioafetiva?


A habilidade socioafetiva é um sistema de valores que, quando se implementam de forma conjunta, ajudam no desenvolvimento e na formação de seres humanos íntegros, prudentes, justos e nobres. A habilidade socioafetiva, de acordo com um estudo de Valores UC, tem os seguintes pilares:

  • Enfrentar e resolver conflitos de maneira pacífica
  • Manter boas relações interpessoais
  • Comunicar assertivamente nossos sentimentos e ideias
  • Promover estado de calma e otimismo
  • Tem empatia com as outras pessoas
  • Tomar decisões responsáveis
  • Evitar comportamentos de risco

 Essas habilidades são aprendidas e se desenvolvem desde a infância. Desde cedo, as habilidades socioafetivas tomam lugar e se manifestam em diferentes níveis. Mesmo antes da escola, as crianças absorvem como uma esponja todas as informações que as rodeia. Por este motivo é tão importante que, como pais, sejamos capazes de ensinar aos nossos filhos e filhas a conviver pacificamente, de forma empática e responsável.

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É importante destacar que esta parte do desenvolvimento humano segue evoluindo ao logo de toda a vida – não se ensina nem se desenvolve de uma só vez. De fato, estamos conscientes de que, como mães e pais, não somos capazes de saber tudo. Cada membro da família tem algo a aprender e a ensinar.

Então, assim como as habilidades intelectuais ou os exercícios de concentração requerem estímulo constante, as habilidades socioafetivas devem ser postas em prática frequentemente para que sejam aprendidas.

No entanto, há uma grande falta de conhecimento em relação ao desenvolvimento dessas habilidades e as formas de estimulá-las. Por isso a importância de formá-las dentro do núcleo familiar.

Por este motivo, achamos importante compartilhar, a seguir, 3 práticas para desenvolver a habilidade socioafetiva na família.

3 práticas para desenvolver a habilidade socioafetiva na família

  

Adote o valor da responsabilidade

 Como levar esse valor à risca sem ser muito autoritário? O ideal é que dentro da família sejam delegadas tarefas simples (como passear com o cachorro ou tirar o lixo), sejam estabelecidas normas (de higiene, de alimentação ou de horas de jogo) e que recompensas sejam dadas de tempos em tempos. O importante é que, além de seguir essas práticas somente uma vez, seja criado o hábito da família para que todos se envolvam.

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Incentive o pensamento criativo

Devemos ser capazes de deixar que nossos filhos e filhas pensem por si mesmos e abram caminho para a imaginação. Ao contrário do que se imagina, a criatividade não é necessariamente um talento natural: ela também pode ser ensinada. Além disso, também não provém exclusivamente dos rebeldes.

É por isso que é tão necessário promover o pensamento criativo na família: desta forma os mais novos podem ter novas percepções ao enfrentar a realidade. O pensamento criativo os permitirá não somente melhorar sua capacidade física, mas também a motora, cognitiva, linguística e socioafetiva.

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Ensine a manter uma boa comunicação

Essa é a chave para poder resolver conflitos pacificamente. Também é uma prática que entra em relação direta com o fortalecimento dos vínculos familiares. Manter conversas enriquecedoras, contar o melhor e o pior do dia e aprender a escutar são algumas das muitas formas que você pode adotar em sua família para expressar suas emoções de forma saudável – e isso é um fator chave para o desenvolvimento da habilidade socioafetiva.

 

Conclusão

A sociabilização e o afeto são duas das virtudes mais significativas no desenvolvimento humano. É verdade que nunca paramos de aprender. No entanto, é importante apresentar habilidades socioafetivas às crianças desde pequenas, já que é por meio da experiência que elas aprenderem sobre respeito e formas saudáveis e educadas de se comunicar na família.

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